sexta-feira, 1 de abril de 2016

Retornamos a obra qualquer momento, licença para trabalhos dentro do rio pode ser renovada

A Usina Baixo Iguaçu, no sudoeste do Paraná, terá a licença de instalação renovada após um ano das obras paralisadas por determinação da justiça.

Com a autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a Copel e a Neoenergia, responsáveis pela construção da hidrelétrica, discutirão com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) quando as obras deverão ser retomadas.

O documento foi entregue pelo governador Beto Richa, no canteiro de obras da usina, este documento autoriza os trabalhos dentro do canteiro de obras, mais não se pode executar obras ainda dentro do rio e na sua faixa adjacente, este seria uma das principais necessidades, pois o cronograma prevê a construção da ensecadeira.
TRF autorizou a retomada das obras, A decisão do Tribunal Regional Federal foi publicada 10/03/2015, porém com outorga ICMBio do IAP.

Na época, o TRF afirmou que ao emitir a liberação o IAP não considerou a manifestação prévia do ICMBio, que administra o parque. A suspensão vigoraria até que fosse emitido um novo consentimento sobre a construção da usina.

Com a autorização, dada em março, o Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu, antiga Geração Céu Azul, responsável pela obra, ainda precisou cumprir algumas determinações e adequações ambientais para a renovação da licença de instalação da hidrelétrica.

A construção é repudiada por ONGs que alegam que poderá provocar prejuízos irreversíveis ao Parque Nacional do Iguaçu, unidade de conservação que abriga as famosas Cataratas do Iguaçu. A usina também acendeu o alerta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que chegou a publicar um relatório ameaçando anular o título de Patrimônio Natural da Humanidade concedido à unidade em 1986.
Fonte: G1 em  28/08/2015

segunda-feira, 28 de março de 2016

abre novas vagas de emprego

Até o momento, 386 pessoas trabalham na obra

O diretor do Consórcio Neoenergia, Felipe Moreira - Diego Comparim
Capanema - As contratações da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu começam a atender a demanda de quem aguardava vaga de emprego. Até o momento, conforme o presidente do Consórcio Empreendedor Neoenergia, Felipe Moreira, 386 pessoas trabalham na obra. Esse dado é referente às chamadas feitas até quinta-feira (11).
“As contratações foram intensificadas e o número vai subir. Precisamos restabelecer as mesmas condições da obra antes da cheia - em junho de 2014 - quando havia 1,8 mil pessoas trabalhando”, relata Moreira.
O prazo para chegar a esse contingente é de quatro meses e o desafio, segundo ele, é concluir a estrada de acesso à obra, avançar as escavações ao vertedouro e prolongar a ensecadeira. Além da cheia, o embargo do empreendimento realizado pelo TRF da 4ª região, no mesmo período da inundação, provocou a demissão de praticamente todos os funcionários.
As famílias dos cinco municípios atingidos pela barragem - Capanema, Planalto, Realeza, Capitão Leônidas Marques e Nova Prata do Iguaçu - reclamam da falta de diálogo entre o consórcio Neoenergia sobre as indenizações. Uma reunião está marcada para quinta, no entanto, a participação do empreendedor foi descartada.
“Infelizmente, por um problema de agenda não será possível. Mas, os escritórios na região estão disponíveis para esclarecer quaisquer dúvidas das famílias”, comenta Felipe Moreira.
As conversas sobre as indenizações serão retomadas e os valores que serão pagos às famílias pela área desapropriada serão equalizados.
Orçamento
De acordo com Felipe Moreira, o valor orçado para a construção do empreendimento, de R$ 1,6 bilhão, pouco muda apesar da paralisação da obra por 16 meses.
“Será feita correção monetária e somados os custos das cheias e do período em que os trabalhos estavam parados”, diz.
Em relação a aditivos, o presidente do consórcio comentou apenas sobre prazos.
“O prejuízo que tivemos se reproduz em prazos. A Aneel estendeu a data de entrega da obra, e trabalhamos para que se tenha uma unidade disponível de geração de energia no segundo semestre de 2018”, informa.
Antes dos imprevistos, a hidrelétrica seria concluída em dezembro deste ano.
http://www.oparana.com.br/noticia/usina-hidreletrica-do-baixo-iguacu-abre-novas-vagas-de-emprego/4659/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Linha de Transmissão Baixo Iguaçu - Realeza

Linha de Transmissão Baixo Iguaçu - Realeza C1 vai operar na tensão nominal de 230 kV e passará na região de Capanema. A linha de transmissão conectará a Subestação Baixo Iguaçu à Subestação Realeza, em circuito simples, com uma extensão de aproximadamente 38 quilômetros. O principal objetivo é o escoamento da energia da nova UHE Baixo Iguaçu.

http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2Fdocs%2F2E12D323707EE98303257F1B006ABB17?OpenDocument&secao=Transmissao%3AProjetos%2520em%2520Andamento%3AParcerias

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Entenda porque parou a obra da Usina Baixo Iguaçu

A procuradoria da República de Francisco Beltrão, interviu no processo de licenciamento ambiental prévio - LAP, emitido pelo IAP, órgão ambiental do Estado do Paraná, pois a licença não tem parecer do ICMBio e do IBAMA, os pareceres são imprescindíveis haja vista a obra estar localizada na área de influência do Parque Nacional do Iguaçu.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Quem são os Investidores da usina baixo iguaçu - PR


A Companhia Paranaense de Energia (COPEL) é uma empresa pública estatal do governo do Paraná que gera (4.550 MW) em 18 usinas, transmite 1.822,0 km de linhas e 30 subestações de energia automatizadas e telecomandadas e distribui energia elétrica 178.979 km de linhas e 341 subestações 3,4 milhões de unidades consumidoras em 393 municípios, e também nas áreas de telecomunicações atendendo uma população estimada em 2009 de aproximadamente 10.686.247 habitantes e com 8.300 empregados.

Atua nas áreas de :
A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (PREVI) é um fundo de pensão brasileiro que gerencia a previdência complementar dos funcionários do Banco do Brasil. Criado em 16 de abril de 1904, antes mesmo da seguridade social estatal no Brasil, é hoje o maior fundo de pensão da América Latina e 24º (*) do mundo em patrimônio, que gira em torno de R$ 155 bilhões (dados de setembro/2011). Sua sede localiza-se no bairro de Botafogo, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

A PREVI é uma entidade fechada de previdência privada, de gestão compartilhada, cuja direção é escolhida 50% pelo Banco do Brasil e 50% por meio de voto direto de seus participantes (funcionários da ativa e aposentados)[1] , sejam funcionários do Banco do Brasil ou empregados do quadro próprio da PREVI. A Instituição trabalha para garantir a esses participantes benefícios previdenciários complementares aos da Previdência Oficial, de forma a contribuir para a qualidade de vida desses participantes e seus dependentes, tendo como função complementar o benefício do INSS dos funcionários aposentados da empresa e pensionistas.[1]

Por gerir imenso volume de dinheiro dos seus associados, a Previ é considerada um dos maiores investidores do Brasil, tendo tido destacado papel durante as privatizações. Hoje, é importante acionista de grandes empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional, Vale S.A. (antiga Companhia Vale do Rio Doce), Embraer e era a maior acionista da Perdigão S.A., agora transformada em Brasil Foods (BRF), após sua fusão com a Sadia. A Previ passou a deter 13,65% do capital da nova empresa.

Em setembro de 2009 o total de recursos investidos pela Previ atingia a soma de 135,5 bilhões de reais.

O Programa de Aceleração do Crescimento (mais conhecido como PAC), lançado em 28 de janeiro de 2007,[1] é um programa do governo federal brasileiro que engloba um conjunto de políticas econômicas, planejadas para os quatro anos seguintes, e que tem como objetivo acelerar o crescimento econômico do Brasil,[2] prevendo investimentos totais de R$ 503,9 bilhões até 2010, sendo uma de suas prioridades o investimento em infraestrutura, em áreas como saneamento, habitação, transporte, energia e recursos hídricos, entre outros

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Copel Lança seu Relatório DA ADMINISTRAÇÃO E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2015

Fomos bem sucedidos também no arremate do Lote E do leilão nº 5 da Aneel, no valor de R$ 97,9 milhões. O lote é composto por 230 km de linhas de transmissão e 900 MVA de potência de subestações e instalações que servirão para expansão do sistema de transmissão nos estados do Paraná e Santa Catarina. Além disso, favorecerão o crescimento da carga e o escoamento da energia gerada pela Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, participação em que a Copel detém 30% e cujas obras foram retomadas no início de 2016. pág 3

Empreendimento Potência Instalada (MW) Garantia Física (MW médios) Propriedade %

UHE Baixo Iguaçu 350,2 172,8 30%


Potência Instalada (MW) Proporc. Garantia Fisica (MW Médios) Proporc. Previsão de Operação Comercial Vencimento de Outorga
 105,1   51,8     01.12.2018 19.08.2047


• Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu: Com participação de 30% no empreendimento, a Companhia estima investir R$ 592,4 milhões. Em março de 2015, foi publicada decisão autorizando a retomada das obras que haviam sido paralisadas em função da suspensão da Licença de Instalação do empreendimento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região. No entanto, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio impôs condicionantes adicionais ao licenciamento ambiental que impedem a 28 retomada imediata da obra. O consórcio empreendedor encaminhou ao Instituto Ambiental do Paraná - IAP as informações necessárias para o atendimento de tais condicionantes e, em agosto de 2015, a licença foi emitida. Com a licença do IAP, o consórcio está tomando providências para que as obras sejam retomadas em sua plenitude o mais breve possível. Em decorrência de ato do poder público, caso fortuito e de força maior, a Aneel, através do Despacho n° 130 de 19.01.2016, reconheceu, a favor do Cebi, excludência de responsabilidade pelo atraso na implantação do empreendimento de um período correspondente a 626 dias, recomendando ao MME a prorrogação do prazo da outorga e determinando à CCEE que promova a postergação do início do período de suprimento dos CCEARs pelo período do excludente de responsabilidade reconhecido. A usina terá capacidade instalada de 350,2 MW com participação de 30% da Copel Geração e Transmissão em parceria com a Geração Céu Azul S.A.

• Linha de transmissão Baixo Iguaçu — Realeza, com 38 km de extensão e com objetivo de escoamento da energia da nova UHE Baixo Iguaçu.

Em 10.10.2014 foi assinado o 1º aditivo ao Contrato de Concessão MME nº 002/2012 formalizando a transferência de 30% da Concessão da UHE Baixo Iguaçu para a Copel Geração e Transmissão.

18.7.1 Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu - Cebi A Copel Geração e Transmissão participa com 30% no consórcio com objetivo de construir e explorar o empreendimento denominado Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, com potência instalada mínima de 350,20 MW, localizado no Rio Iguaçu, entre os Municípios de Capanema e de Capitão Leônidas Marques, e entre a UHE Governador José Richa e o Parque Nacional do Iguaçu, no Estado do Paraná. 60 O início da geração comercial da unidade 1, previsto para 1º.12.2018, e das unidades 2 e 3, para janeiro e fevereiro de 2019, respectivamente. O cronograma anterior sofreu alterações em função da suspensão da Licença de Instalação, conforme a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-RS), ocorrida em 16.06.2014, e que paralisou as obras a partir de seu recebimento em 07.07.2014. Em março de 2015, foi publicada decisão autorizando a retomada das obras. No entanto, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio impôs condicionantes adicionais ao licenciamento ambiental que impedem a retomada imediata da obra. O Cebi encaminhou ao Instituto Ambiental do Paraná - IAP as informações necessárias para o atendimento de tais condicionantes e, em agosto de 2015, a licença foi emitida. Com a licença do IAP, o consórcio está tomando providências para que as obras sejam retomadas na sua plenitude o mais breve possível. Em decorrência de ato do poder público, caso fortuito e de força maior, a Aneel, através do Despacho n° 130 de 19.01.2016, reconheceu, a favor do Cebi, excludência de responsabilidade pelo atraso na implantação do empreendimento de um período correspondente a 626 dias, recomendando ao MME a prorrogação do prazo da outorga e determinando à CCEE que promova a postergação do início do período de suprimento dos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs pelo período do excludente de responsabilidade reconhecido. Em 31.12.2015, os gastos realizados nesse empreendimento apresentavam o saldo de R$ 270.097.

38.3 Leilão de Transmissão 005/2015 A Copel Geração e Transmissão arrematou o Lote E do Leilão de Transmissão nº 005/2015, realizado em 18.11.2015. O empreendimento, que foi conquistado sem deságio, conta com uma RAP de R$ 97.948 e investimento total previsto pela Aneel de R$ 580.595, e é composto por diversas instalações totalizando 230 km de linhas de transmissão e 3 subestações. 124 A entrada em operação comercial das instalações i) LT 525 kV Curitiba Leste – Blumenau C1 e da ii) LT 230 kV Baixo Iguaçu – Realeza esta prevista para 04.03.2021 e as demais instalações para 04.09.2019. 

Veja documento Completo
http://www.copel.com/hpcopel/root/sitearquivos2.nsf/arquivos/dfp2015_port/$FILE/dfp2015_port.pdf