terça-feira, 27 de dezembro de 2011

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http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Igua%C3%A7u


Início de obras da usina só depende de licença de instalação
IAP e Ibama devem emitir autorização até o fim do ano; obras começarão então em 2012



Área do rio Iguaçu onde será construída a barragem da Usina
do Baixo Iguaçu: cinco anos para vencer exigências
técnicas e burocráticas
Capitão L. Marques – Depois de cinco anos de estudos técnicos, da realização de reuniões e audiências e do cumprimento de uma série de exigências técnico-ambientais, o início das obras da Usina do Baixo Iguaçu, na divisa entre Capitão Leônidas Marques e Capanema, jamais esteve tão próximo. “Todas as exigências já foram cumpridas e agora dependemos apenas da licença de instalação do IAP e do Ibama para que a implantação da hidrelétrica tenha início”, informa o presidente do Consórcio do ProCaxias e prefeito de Capitão, Cláudio Quadri (PMDB).
A confiança de que as obras comecem em 2012 é reforçada com o compromisso do governador do Estado, Beto Richa, com o empreendimento. “Conversei por diversas vezes com ele (Beto) sobre a hidrelétrica e o governador entende o quanto essa obra é estratégica não apenas para o futuro do Paraná, mas de todo o Brasil”, segundo Quadri. A tão aguardada autorização do IAP e do Ibama deve ocorrer, no máximo, até o fim do ano. “Não falta mais nenhuma exigência técnica. Tudo o que foi solicitado está contemplado nos projetos encaminhados a órgãos ambientais”. Outra boa notícia é que a Assembleia Legislativa autorizou que a Copel tenha participação minoritária no empreendimento.

Compensações

Um dos entraves para o início da obra era uma ação movida pelo Ministério Público, que questionava justamente sobre os potenciais prejuízos ambientais que a estrutura poderia provocar ao Parque Nacional do Iguaçu. “Com o envolvimento do governo do Estado, e com o rigor de exigências dos órgãos ambientais, já contempladas, esse empecilho não mais existe”, conforme Quadri. O impacto à natureza será pequeno diante do projeto de compensação que a empreiteira vencedora da licitação terá de observar. “Só a recuperação das matas ciliares já sobrepõe qualquer possível perda”, conforme o gestor.
oparana.com.br/ Jean Paterno 25/10/2011 

quinta-feira, 30 de março de 2000

Econotas discute Usina do Baixo Iguaçu

A construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) do Baixo Iguaçu promete ser novamente outra batalha dos ambientalistas nos moldes do episódio da Usina de Barra Grande em Santa Catarina. Essas e outras notas da área na coluna de Adilson Borges.

Baixo Iguaçu
A construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) do Baixo Iguaçu promete ser novamente outra batalha dos ambientalistas nos moldes do episódio da Usina de Barra Grande em Santa Catarina. Tudo porque o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental Eia-Rima para implantação da central no rio Iguaçu e a menos de 10 quilômetros do Parque Nacional do Iguaçu está sendo realizado pela Engevix Engenharia S/A. Pelo projeto, a represa na região Sudoeste do Estado (Capitão Leônidas Marques e Capanema) criará um reservatório de 35 km² para a produção 350 MW. O site www.oeco.com.br, abordou a questão.   
OmissãoNo caso de barra Grande, a Engevix é acusada de omitir a presença de quatro mil hectares de floresta com Araucárias que desapareceram com o enchimento do reservatório.  A área da floresta possuía pelo menos uma espécie endêmica de bromélia e habitat de aves ameaçadas de extinção. Se realmente for construída, a usina deverá acabar com as conhecidas corredeiras do Faraday do rio Iguaçu, local em estudo para atividades de turismo sustentável.

Viés
O Relatório da reunião do Fórum Futuro10 Paraná, realizado no dia 25 de agosto em Foz do Iguaçu aponta em vários o tópico a preservação do meio ambiente como tema que permeou todas as discussões. Porém em alguns momentos apontou a reabertura da antiga estrada do Colono como aspecto fundamental para o desenvolvimento econômico da região, idéia já descartada por uma imensa maioria da população que vive no entorno do Parque Nacional do Iguaçu.
Desenvolvimento sustentável
Hoje as comunidades do entorno do parque, buscam um forma de rendimento baseado no desenvolvimento sustentável, através da exploração do turismo rural, agroecoturismo, agricultura orgânica e fortalecimento da agricultura familiar, ao contrário da idéia desenvolvimentista imprimida pelo fórum. Sem desmerecer o esforço em organizar o documento, a visão do fórum, até por ser proposto pelo setor produtivo do Estado não poderia ser outra, a do crescimento através do tripé Industrialização, Urbanização e Metropolização. 
Interpretação ambiental
A Fundación Vida Silvestre, um Organização não-governamental da Argentina com escritório em Puerto Iguazú, estará realizando de 1º a 4 de outubro o curso “Interpretação Ambiental”, destinado a estudantes e guias de turismo, guarda-parques e interessados na área. O local das aulas será o Parque Provincial de Urugua-í. Mais informações pelo telefone (54) 3757 422370 ou pelo email vidasilvestre@arnet.com.ar.      
Dia do BiólogoFoi comemorado em 3 de setembro em todo o Brasil, o “Dia do Biólogo”. A data foi escolhida porque em 1979, foi sancionada a lei nº 6.684, colocando a Biologia entre as profissões de nível superior. A estruturação, logo em seguida, do Conselho Federal e os Regionais foi organizada pelo professor e doutor Paulo Nogueira Neto, um dos grandes articuladores da categoria na década de 70.   
Adilson Borges Lago é ambientalista de Foz do IguaçuBorgesadea@hotmail.com publicado em 06/09/2005 13h09  h2foz.com.br