segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Leilão da Aneel tem apenas quatro de 12 lotes de energia arrematados

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Apenas quatro dos 12 lotes do leilão de transmissão de energia elétrica para contratação do serviço foram arrematados na manhã de hoje (18), em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresentou projetos previstos para 13 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Foram arrematados apenas os lotes de empreendimentos de transmissão nos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. No total, foram negociados 1.986 km de linhas de transmissão. O prazo das obras vai variar de 30 a 60 meses e as concessões são de 30 anos a partir da assinatura dos contratos.
A Copel Geração e Transmissão S/A arrematou o Lote E do leilão, com valor de R$ 97,9 milhões, sem deságio em relação à RAP,  com valor previsto de R$ 97,9 milhões. O lote é composto por 230 km de linhas de transmissão e 900 MVA de potência de subestações. As instalações servirão para expansão do sistema de transmissão na região entre os estados do Paraná e Santa Catarina. Além disso, vai favorecer o crescimento da carga e o escoamento da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu.
O lote A foi arrematado pelo Consórcio TCL (composto pelas empresas Cimy Holding S/A, Lintran do Brasil Participação S/A e Brookfield Participações Ltda.), com oferta de R$ 448,8 milhões, sem deságio em relação à RAP, de R$ 448,8 milhões. A RAP é a receita a que o empreendedor terá direito pela prestação do serviço de transmissão a partir da entrada em operação comercial das instalações.
Esse lote é composto por 11 linhas de transmissão, com 1323 quilômetros (km) e nove subestações com 4430 megavolt-ampère (MVA) de potência, localizadas em Minas Gerais. As instalações servirão, segundo a Aneel, para aumentar a confiabilidade ao atendimento elétrico no leste do estado, que concentra uma das mais importantes regiões produtoras de minério e siderurgia do Brasil, conhecida como Vale do Aço.
A Agência Nacional de Energia Elétrica informou que os lotes que não receberam propostas ( B, C, BC, D, F, H, I, J e K) serão leiloados nos próximos certames.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

inicio

Um dos empreendimentos energéticos de menor impacto ambiental no sudoeste do Paraná. Essa é a proposta para a construção da Usina Hidrelétrica de Baixo Iguaçu. A Usina terá a maior área de seu reservatório aproveitando a calha do rio Iguaçu, em um projeto elaborado no conceito fio d’água que aproveitada apenas a vazão natural do rio.

A barragem está localizada no trecho do rio Iguaçu entre os Municípios de Capanema e Capitão Leônidas Marques com o reservatório indo até a Usina Hidrelétrica Governador José Richa (Salto Caxias). A usina terá capacidade instalada de 350,2 MW e potência capaz de abastecer de 1 milhão de pessoas.


O começo da operação comercial da usina está previsto para 2016. O investimento total estimado, da ordem de R$ 1,6 bilhão, será feito pela concessionária Geração Céu Azul, controlada integralmente pelo grupo Neoenergia.
Em 2013 deu início às obras de implantação da Usina Hidrelétrica que fará o uso de três turbinas do tipo Kaplan.
Baixo Iguaçu é a última usina hidrelétrica a ser implantada no Rio Iguaçu, à montante (rio acima) das Cataratas e do Parque Nacional do Iguaçu, com a geração de 2.200 empregos diretos durantes os três anos de obra (de 2014 a 2016, o contrato firmado com a Neoenergia e Copel tem previsão de conclusão em outubro de 2016, pela Odebrecht Infraestrutura.

O Rio Iguaçu é um dos maiores rios brasileiros na contribuição de geração de energia elétrica com 5 usinas a hidro eletricidade sendo assim energias renováveis: Foz do Areia, Segredo, Salto Santiago, Salto Osório, Salto Caxias.

Relatório de Acompanhamento Neoenergia

A NEOENERGIA arrematou a concessão para construção e exploração da Usina Hidrelétrica no 7° Leilão de Energia Nova A-5 organizado pela ANEEL. A UHE sera construída no Rio Iguaçu, estado do Parana, e terá capacidade instalada de 350 MW e 172,8 MW médios de energia assegurada.

A UHE BAIXO IGUAÇU foi arrematada pela NEOENERGIA com preço ofertado de R$ 99,00/MWh, o que representou um deságio de 19,5% em relação ao preço de referencia de R$ 123,00/MWh estipulado pela ANEEL para este leilão. A usina fornecera 121 MW médios no mercado regulado e 47 MW médios serão comercializados no mercado livre. A entrada em operação esta prevista para 2016.

GERAÇÃO CÉU AZUL

Baixo Iguaçu Hidrelétrica - UHE Rio Iguaçu - PR
Energia instalada 350 MW
Energia assegurada 172,8 MW
Vencimento da concessão: 35 anos a partir da assinatura.
Arrematou em Em setembro de 2008

 GERAÇÃO CÉU AZUL Capacidade
Instalada
(MW) Investimentos em Geração:
2009 = 2,1  R$ Milhões
2010 = 6,0  R$ Milhões
2011 = 0,3  R$ Milhões Posição Acumulada até 31/03/2011.
Outros           

A NEOENERGIA obtêm registro de PCH’s nas Nações Unidas que permitira emissão de créditos de carbono;  
sendo assim a obra reduzirá a sua emissão de gases do efeito estufa

sábado, 28 de março de 2015

benefícios para Planalto, Realeza e Nova Prata do Iguaçu

   A área de seu reservatório também abrangerá os municípios de Planalto, Realeza e Nova Prata do Iguaçu.
  Estes municípios poderão utilizar o lago de forma de desenvolvimento sustentável para sua população.
  Com a construção de prais, passeios de catamará, projetos de crianças e adolescentes, criação de peixes etc.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Perícias sobre indenizações serão confrontadas A diferença entre um valor e outro chega à casa dos 60,8%


O imbróglio envolvendo agricultores e a Neoenergia em torno da construção da Usina do Baixo Iguaçu, teve novos desdobramentos ontem, em Capanema. A expectativa agora gira em torno do confronto das perícias realizadas pelas duas partes e a fundamentação técnica utilizada para se chegar aos valores a serem pagos pelas terras desapropriadas. Enquanto isso, agricultores continuam acampados em frente ao portão de acesso da usina, irredutíveis e dispostos a continuar por lá o tempo que for necessário.


Idacir Pisch, um dos atingidos e membro da comissão de negociação, disse ontem a O Paraná que está otimista com a possibilidade de um acordo e o resultado do confronto dessas perícias. De um lado, há o levantamento feito pela ETS Consultoria, de Santa Catarina, contratada pela Neoenergia, que orçou o alqueire naquela região em cerca de R$ 47 mil. De outro, um trabalho desenvolvido em duas áreas mecanizadas a serem atingidas, nos municípios de Capitão Leônidas Marques e Capanema, cujo resultado aponta para um valor médio de mercado de R$ 120 mil o alqueire. A diferença entre um valor e outro chega à casa dos 60,8%.


A discussão técnica dos valores deverá ser feita em uma próxima reunião, marcada para segunda-feira. "Só queremos saber qual o cálculo e os critérios utilizados pela consultoria contratada pela Neoenergia para chegar ao valor da indenização por alqueire oferecido aos agricultores", enfatiza Idacir Pisch.

A Usina do Baixo Iguaçu alagará as propriedades de aproximadamente de 400 famílias das cidades de Capitão, Capanema, Nova Prata, Realeza e Planalto. Na segunda-feira, o grupo voltou a obstruir a estrada de acesso à usina, que havia sido liberado na quinta-feira passada por determinação judicial.



A capacidade instalada da Baixo Iguaçu é de 350 megawatts e a potência assegurada de 172,8 MW. A Neoenergia tem a concessão de construção e a Copel como sócia. A movimentação em frente ao acesso tem o acompanhamento da Policia Militar



Baixo Iguaçu: Perícias sobre indenizações serão confrontadas

A diferença entre um valor e outro chega à casa dos 60,8%...

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Paralisada desde o dia 16 junho, a construção da Usina do Baixo Iguaçu


Paralisada desde o dia 16 junho, a construção da Usina do Baixo Iguaçu ainda não tem data para ser retomada. Tudo depende da votação de uma ação no Supremo Tribunal de Justiça (STJ). A ação busca reverter a liminar da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que determinou a paralização das obras.


No início de outubro houve o julgamento dos embargos — uma consulta para entender o que o juiz disse na ação. Na oportunidade o pedido foi negado, entretanto foi dada a entrada em um novo recurso.
Conforme informações da assessoria de imprensa do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a ação movida, que tenta suspender a decisão de paralisação, ainda não foi julgada e não há previsão para que ocorra.


Conforme a prefeita de Capanema, Lindamir Maria de Lara Denardin, como houve a troca de presidente do STJ tudo está paralisado. Lindamir disse que o município tem mantido contato com a empresa responsável pela execução do projeto. “Eles nos dizem que no momento tem que aguardar a manifestação do STJ. Não tem perspectiva nenhuma de que as atividades sejam retomadas no fim do mês ou mês que vem”. De acordo com a prefeita, 35% do projeto já foi executado e, por isso, não se cogita uma longa paralisação da obra.


Lindamir falou que a situação é complicada. Ela explicou que pelo menos 1.500 de um total de 1.800 empregados já foram demitidos.    Junto com isso, ela soma a questão das parcerias para revitalização de estradas, creches, escolas e postos de saúde. “Está tudo parado”, resumiu ela.
Do total de pessoas que haviam sido contratadas,  300 apenas permanecem no canteiro para fazer a manutenção da estrutura e dos equipamentos.


Como é uma obra que consta no Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC). “O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) assinou a licença prévia.”, disse a Prefeita.
Fonte: diariodosudoeste.com.br

Manifestação contra paralisação na Usina do Baixo Iguaçu

Na manhã desta quarta-feira (17), em Capanema, manifestantes protestaram pela retomada das obras da Usina do Baixo Iguaçu.
O movimento é organizado por entidades e comerciantes afetados pela paralisação da construção.
Os moradores se concentraram na prefeitura e seguiram de ônibus até o canteiro de obras. Hoje, o Supremo Tribunal Federal julgará o recurso do Consórcio Geração Céu Azul que tenta reverter a decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, em Porto Alegre (RS), que suspendeu em junho, a licença de instalação da usina hidrelétrica Baixo Iguaçu.
Além da decisão judicial, as chuvas do mês de junho, prejudicaram o canteiro de obras e por isso, muitos trabalhadores foram demitidos.
Fonte: Catve.tv